Ao contrário do que muitos pensam, a Conexão Irlanda possui clientes do Brasil inteiro, e não somente de Porto Alegre e do estado gaúcho. Rafael Demenech é um desses clientes que nunca conheceu a sede da empresa e nunca teve contato pessoalmente com nossos agentes. Aos 25 anos, de Cascavel (Paraná), Rafael estava interessado em realizar intercâmbio e achou a Conexão Irlanda por pesquisas na web e em redes sociais. "Quando entrei no site da Conexão Irlanda (www.conexaoirlanda.com.br) gostei da apresentação e confiei na minha intuicao", conta ele.
Mesmo estando longe da agência, Rafael conta que o atendimento foi muito tranquilo e profissional, através de e-mails, Messenger e alguns poucos telefonemas. Quando perguntado sobre o que o incentivou a fechar contrato com a gente, diz: "O Jackson que me atendeu, uma pessoa profissionalmente preparada no que faz, me esclareceu todas as dúvidas, que não foram poucas, transmitiu uma grandiosa confiança, em poucos dias fechamos meu contrato e tudo já estava certo e sem volta". Além disso ele diz que leu depoimentos, o blog, alguns clientes que já estavam no país e realizou uma pesquisa da empresa no ministério do turismo, sendo isso o suficiente para decidir fazer intercâmbio com a Conexão Irlanda.
"Sede de cultura, conhecimento e novas experiências", explica ele sobre a real motivação para sair do país. Mas antes de embarcar nessa aventura, Rafael se organizou, anotando tudo o que precisaria: roupas, documentos, objetos pessoais, cartões e dinheiro. "A 5 dias da minha viagem já estava tudo pronto. Era só fazer as despedidas e embarcar para o desconhecido!"
Ao chegar numa Dublin nublada e fria, Rafael descobriu que seu inglês não era tão ruim quanto se pensava, pois conseguiu se virar no aeroporto, com taxi e com a chegada na hostfamily muito bem. "Tive uma grande sensacao de paz, era o que eu estava precisando". No começo era tudo muito novo, muito diferente do habitual: o clima, igejas, castelos, parques e tudo que há mais de lindo que Dublin pode oferecer. O intercambista diz também que a cidade transmite uma grande sensação de segurança e pessoas muito educadas.
Rafael conta que a fase de adaptação é importante, pois é um processo de auto-conhecimento, que acaba ajudando muito na independência que é necessária para um intercâmbio. "Tudo era por minha conta [...], não tinha ninguem pra falar por mim ou então me ensinar como se faz".
O intercâmbio é, sem dúvidas, uma grande escola, onde seus ensinamentos são levados pra toda a vida. É difícil dizer qual é o maior aprendizado, mas Rafael se arrisca: "ME LIVRAR DOS MEUS CONDICIONAMENTOS, desapegar de coisas materiais, desapegar de coisas inúteis e futeis, liberar esse lixo que às vezes carregamos dentro de nós. A condição de felicidade só depende de nós, e não precisamos de muito para isso. Apenas viva e seja um bom sujeito, você só tende a atrair coisas boas para perto de você".
Venha você também fazer um intercâmbio com a @Conexao_Irlanda :D
Adicione o Jackson no MSN conexaoirlanda1@hotmail.com e converse com quem é totalmente preparado para tirar suas dúvidas!
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De espírito renovado
sábado, 30 de abril de 2011
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Casil Work & Study
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Nunca é tarde para um intercâmbio
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Esse post eu pretendo começar de maneira diferente, mas se até o fim dele eu pensar em uma melhor forma de começar isso, eu mudo. O motivo de ir diretamente ao ponto é simples: essa história é tão incrível que dispensa qualquer introdução. Interessante por excelência, bem como todas as outras que tenho recolhido durante os últimos meses na Conexão Irlanda, o que você lerá a seguir diz respeito a mais uma incrível experiência de vida que foi injustamente resumida em poucas palavras. Se você já conhece a história do nosso agente Jackson Medtler, sabe do que eu estou falando.
Formada em letras pela Unisinos e dando aulas de inglês há uns dez anos, ainda faltava um plus significativo para Daniela Reginatto. A história começa em 2008, em Torbay, uma cidade ao sul da Inglaterra – aproximadamente três horas de Londres. “Foram quatro semanas que pareceram quatro meses de tantas coisas boas e inesquecíveis que aconteceram!”, diz a gaúcha, completando com a afirmação de que essa viagem fez toda a diferença na vida dela. As amizades não foram esquecidas, e Dani mantém o contato até hoje com todos.
A volta para o Brasil foi difícil, e antes mesmo de colocar os pés em solo brasileiro, a nossa agente de viagens já pensava em voltar para Torbay no fim do ano. Daniela começou a considerar a Irlanda pela facilidade de se conseguir o visto, o que era mais complicado com a Inglaterra. Foi aí que ela conheceu a Conexão Irlanda.
Daniela passou a trabalhar novamente como professora de inglês e juntou dinheiro para o intercâmbio na Irlanda. Foram nove meses de economias, e em 12 novembro de 2008 ela embarcava com destino à Dublin, “conhecendo” apenas três pessoas na cidade. “A ajuda dessas pessoas foi fundamental no meu início, elas me davam todo o apoio para conseguir um emprego e me adaptar na cidade”, conta a gaúcha que já no primeiro mês teve que escolher entre dois empregos, optando pelo com maior salário. Daniela trabalhou pesado nesse restaurante por um ano, fazendo amigos muitos países, como Eslováquia, Mongólia, China, Hungria, Romênia, Polônia, República Tcheca, Egito, Itália, Irlanda e, é claro, Brasil. Ela conta que era legal, pois eles tinham clientes de diferentes nacionalidades, e como ela fala inglês, um pouco de espanhol e italiano e ainda se vira no francês, seu gerente a chamava para ajudar no caixa. Talvez a maior conquista tenha sido outra: “Me passaram então para a cafeteria/quiosque em frente ao restaurante e lá eu amava trabalhar, era somente eu e meu café... Eu amo café! Conquistei vários clientes. Tinha muitos que só iam até o shopping para tomar o meu café. Fiquei muito orgulhosa quando conquistei clientes italianos!”
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| Aaron, Alex e Daniel |
Depois de todo esse tempo na correrias do restaurante em Dublin, Dani já queria algo mais tranqüilo, e ironicamente ou não, decidiu ser au pair (ainda estou tentando entender se “tranqüilo” é sinônimo para “criança”). Como aconteceu com o emprego no restaurante, em sete dias ela já estava trabalhando na casa dos Branagans, “Uma típica família irlandesa”, como ela os descreve. Mesmo com a diferença de culturas, a gaúcha ficou com a família durante uns oito meses até a sua volta ao Brasil, em agosto desse ano. A família era composta pelo casal Susan e Michael, o filho mais velho Alex (12 anos), os gêmeos Aaron e Daniel (6 anos) e a caçula Sophia, que tinha oito meses quando Dani começou o trabalho. “Pude acompanhar uma fase bem divertida de descobertas da princesinha da casa. A Susan pediu que eu falasse somente em português com a Sophia, assim ela já cresceria aprendendo outra língua”, conta ela, acrescentando que era muito divertido ela entender tudo e repetia algumas palavras. O relacionamento com os Branagans foi ótimo, tanto que em sua última semana passou em Portugal com a família e tudo pago... “Afinal, alguém tinha que cuidar das crianças dentro da piscina, risos”.
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| Sophia |
Como já era cliente e tinha interesse em trabalhar com a empresa, dois dias após da volta ao Brasil, Daniela já era uma agente de viagens da Conexão Irlanda! “É bem diferente do que eu já tinha trabalhado, mas aprendi rápido e amo trabalhar como agente de intercambio. É bom porque assim eu posso passar uma segurança para os clientes”. Simpática e divertida, Dani não tem dificuldades em conquistar as pessoas, sempre de bom humor e com novas idéias para contribuir para o trabalho.
Esse post ficou enorme, e não consegui sintetizar metade das viagens e situações dela. Experiência de vida é o que não falta, além de amigos no mundo inteiro. É de dar uma “invejinha saudável”, admito. Converse com quem conhece tudo de intercâmbio! Adicione o MSN conexaoirlanda@hotmail.com e fale com a Daniela.
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Casil Work & Study
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Sobre determinação e coragem
terça-feira, 9 de novembro de 2010
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| Cliffs of Moher (Irlanda) |
Às vezes temos a sensação que vivemos em um filme. Mas não daqueles repletos de ação hollywoodiana e atrizes que beiram à divindade. No “nosso filme”, o enredo costuma ser desgastado pelo dia-a-dia, com um roteiro pouco elaborado e nossa atuação bem apagada. Sendo extremista, parece que a vida está gravada num VHS. Tudo muito comum, sem grandes efeitos especiais. O desestimulo vem a cada novo diretor e a cada novo script. Diferente de outros “atores”, o nosso agente de viagem Jackson Medtler decidiu dirigir sua própria vida e tornar sua atuação mais notável.
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| Dublin Temple Bar |
Após 4 anos trabalhando como gerente de departamento pessoal e RH em uma empresa alimentícia na cidade Ivoti (RS), Jackson se sentia desanimado com o trabalho, e como disse: “Queria ampliar meus horizontes!”. Com o apoio de uma parceira de trabalho, o gaúcho foi incentivado a fazer um intercâmbio e acabou por optar a Irlanda como destino, principalmente pela facilidade de se conseguir o visto. Se matriculou em um curso de inglês, terminou o primeiro nível e, corajosamente, largou emprego e todo o resto para seguir rumo a Dublin, em 2008. “Chegando lá, como não tinha praticamente nada da língua, foi bastante impactante, porque eu não conseguia entender muita coisa”. No começo obteve ajuda da sua host family e de outros brasileiros para conhecer a cidade e realizar algumas atividades, como abrir conta em banco e comprar celular.
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| Killiney (Dublin) |
A grande complicação foi realmente a falta de domínio na língua inglesa. “Fiquei meio desesperado pela tal impotência que estava tendo diante das situações mais simples, como ir numa loja e fazer compras, pedir informações, etc... Mas esse desespero também me ajudou...”. Foi aí que Jackson somou a coragem e a determinação, dedicando-se mais aos estudos da língua, procurando botar em prática o máximo possível. Foi o tempo de começar a procurar emprego também, andando 3 horas por dia e entregando currículo de porta em porta, o que resultou num grande ponto positivo: o ex-intercambista conhecia Dublin como ninguém. Com o tempo, foi sendo chamado para entrevistas de emprego, mas aí complicou de novo. Jackson não entendia o que os entrevistadores perguntavam, e ficava sem responder. Então, back to the studies!
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| Festa do trabalho |
Certo dia recebeu uma ligação, e foi chamado para trabalhar como kitchen porter (lavador de pratos) no Segrass Restaurant. No início ele confessa que foi difícil a se comunicar com diferentes sotaques de inglês, uma vez que tinha colegas de várias partes do mundo: Itália, Hungria, Republica Tcheca, Polônia, Romênia, Coreia do Sul, China e, é claro, da Irlanda, mas no intervalo do emprego sempre estudava mais. O contato com inglês foi maior, então as coisas começaram a melhorar. “Todos sempre foram muito gente boa comigo. Saíamos após o trabalho para alguns pubs e baladas, e não existia o preconceito que às vezes temos aqui no Brasil com pessoas que tem um trabalho mais simples”. Jackson trabalhou 8 meses no restaurante, e faltando 1 mês e meio para a volta ao Brasil, ele decidiu pedir demissão, botar uma mochila nas costas e viajar. Esse foi um dos maiores prêmios, pois além de conhecer outros países, tudo aquilo tinha um gosto de vitória que foi conquistada pelo próprio esforço.
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| Londres (Inglaterra) |
Sozinho, conheceu Londres, Edimburgo, Belfast, Paris, Amsterdam, Bruxelas... A dificuldade com a língua já era passado. “Até arriscava a dar informações sobre alguns locais”. Sobre o que aprendeu no intercâmbio, Jackson resume tudo em uma palavra que abrange claramente todos os sentidos da experiência: APRENDIZADO! Aprender a lidar com situações complicadas; aprender a dar valor à pequenas coisas; aprender a ser humilde; aprender a respeitar as diferenças. “Amizades feitas, viagens, bagagem cultural que temos viajando em cidades históricas, conhecendo museus, vivenciando muita coisa que aprendemos em sala de aula... realmente não tem preço!”.
Hoje, aos 26 anos, mesmo sem nunca ter trabalhado no ramo de turismo, Jackson está na Conexão Irlanda há dois meses. “A equipe em si é muito boa para trabalhar (...), somos tipo uma família!”.
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| Paris (França) |
Corra atrás dos seus sonhos e entre em contato com o Jackson, adicione o MSN conexaoirlanda1@hotmail.com e converse com ele, que tem experiência no assunto intercâmbio!
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Casil Work & Study
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